Eksamen: PSP5872 | Semester: Vår 2024 | Varighet: 5 timer
Vekting: Lesing ca. 25 % | Skriving ca. 75 %
| Påstand | Svar | Forklaring |
|---|---|---|
| 1. O tema principal do artigo é como os jovens podem preencher os tempos livres nas férias de verão. | Falso | Hovedtemaet er hvordan ungdom kan tjene penger om sommeren («ganhar algum dinheiro extra»), ikke bare å fylle fritiden. |
| 2. Trabalhar nas férias possibilita aos jovens ganhar algum dinheiro e, ao mesmo tempo, enriquece a vida deles. | Verdadeiro | Teksten sier at å jobbe i ferien er «além de produtivo, enriquecedor» (i tillegg til produktivt, berikende). |
| 3. Todos os trabalhos apresentados no texto exigem bastante formação prévia. | Falso | Ikke alle jobbene krever opplæring. For eksempel krever barnevakt, dyrepass og merkevarepromotering ingen spesiell utdanning, mens badevakt krever kurs. |
| 4. Quem organiza campos de férias são, na maior parte dos casos, empresas privadas. | Falso | Teksten nevner «juntas de freguesias, câmaras municipais e empresas públicas e privadas» – altså hovedsakelig offentlige instanser, ikke bare private bedrifter. |
| 5. Há uma grande procura por mão-de-obra em zonas que ficam perto de praias. | Verdadeiro | Teksten sier «em zonas balneares, há uma grande procura por mão-de-obra» (i badesteder er det stor etterspørsel etter arbeidskraft). |
| 6. Trabalhar na área de restauração permite praticar vários idiomas. | Verdadeiro | Teksten sier at restaurantarbeid «permite praticar vários idiomas» (gjør det mulig å praktisere flere språk) fordi det er mange turister. |
| 7. Quem trabalha como promotor de marca pode ter entrada gratuita em festivais de verão. | Verdadeiro | Teksten sier at promotører har «a vantagem de poderem ir aos festivais sem pagar» (fordelen av å kunne gå på festivaler uten å betale). |
| 8. Para trabalhar como nadador salvador só é preciso ser um excelente nadador. | Falso | Teksten sier «não basta saber nadar. É preciso formação e tirar o curso» (det er ikke nok å kunne svømme – man trenger opplæring og kurs). |
| 9. Os estagiários e os voluntários normalmente não recebem nenhum salário pelo trabalho que fazem. | Verdadeiro | Teksten sier at de fleste praksisplasser «não são remunerados» (er ubetalte) og at frivillige «não se ganha dinheiro» (ikke tjener penger). |
| 10. Quem prefere ter alguma liberdade pode optar por tomar conta de animais de estimação. | Verdadeiro | Teksten sier at barnevakt/dyrepass «permite alguma liberdade» (gir noe frihet) med definerte arbeidstider. |
Første legende (om kongen og stjernen):
Andre legende (om prinsessen og gjeteren):
Ord som ikke brukes: impaciente, descia, resto, aves, aldeia
Atualmente, gasto a maior parte do meu dinheiro em roupa, comida e saídas com os amigos. Também gasto bastante em subscrições digitais, como o Spotify e a Netflix. Quando era mais novo, gastava quase tudo em brinquedos e doces. A diferença é enorme!
Gostava de ter mais dinheiro para viajar. Tenho muita vontade de conhecer outros países e culturas, mas as viagens são caras, especialmente os bilhetes de avião e o alojamento. Também queria poupar mais para o futuro, porque sei que a universidade vai ter muitos custos.
Quanto ao consumo dos jovens de hoje, penso que muitos gastam demasiado em coisas desnecessárias, como roupa de marca e gadgets. As redes sociais criam uma pressão enorme para consumir. No entanto, noto que há cada vez mais jovens conscientes que preferem comprar em segunda mão e evitar o desperdício. Acho que estamos no caminho certo, mas ainda há muito a melhorar.
Inundações devastam o sul de Portugal
Uma tempestade violenta atingiu a região do Algarve na madrugada de ontem, provocando inundações graves em várias localidades. As chuvas intensas, que duraram mais de doze horas sem parar, causaram o transbordamento de rios e ribeiras, deixando um rasto de destruição.
A cidade de Tavira foi uma das mais afetadas. As ruas do centro histórico ficaram completamente submersas e dezenas de casas e lojas sofreram danos significativos. Cerca de duzentas pessoas tiveram de ser evacuadas durante a noite pelos bombeiros e pela proteção civil.
«Nunca vi nada assim em trinta anos», disse Maria Santos, uma residente de 65 anos que perdeu quase tudo na sua casa térrea. «A água entrou tão rápido que não tivemos tempo de salvar nada.»
As autoridades pedem à população que evite deslocações desnecessárias enquanto as equipas de socorro continuam os trabalhos de limpeza e avaliação dos estragos. Até ao momento, não há registo de vítimas mortais.
A frase de Robert Swan transmite uma mensagem poderosa: não podemos ficar à espera que os outros resolvam os problemas ambientais por nós. Se todos pensarem assim, ninguém vai agir, e o planeta continuará a sofrer.
Na minha opinião, esta ideia é extremamente relevante nos dias de hoje. Muitas pessoas acham que a responsabilidade de proteger o ambiente é apenas dos governos ou das grandes empresas. No entanto, são as pequenas ações do dia a dia que fazem a diferença. Reduzir o consumo de plástico, separar o lixo para reciclagem, usar transportes públicos e consumir de forma consciente são gestos simples que todos podemos adotar.
Além disso, os jovens têm um papel fundamental nesta luta. Somos a geração que vai herdar este planeta, por isso temos a obrigação de cuidar dele. Na minha escola, por exemplo, organizámos campanhas de recolha de lixo e plantámos árvores no jardim. São pequenas ações, mas mostram que cada um de nós pode fazer a sua parte.
Quando olho para o quadro de Edvard Munch, lembro-me imediatamente do meu avô. Ele era como o homem da pintura – sentava-se sempre na sua cadeira favorita junto à lareira e contava-me histórias da sua juventude. A história que mais me marcou foi a da sua viagem de barco para o Brasil quando tinha apenas vinte anos. Saiu de Lisboa com pouco dinheiro e muita coragem, à procura de uma vida melhor. Descreveu-me as tempestades no mar, as noites estreladas no Atlântico e o momento emocionante em que avistou o Rio de Janeiro pela primeira vez. Lembro-me desta história tão bem porque o meu avô contava-a com tanta paixão que eu quase conseguia ver e sentir tudo o que ele descrevia.
Penso que é fundamental que as histórias pessoais sejam transmitidas de geração em geração. Estas narrativas são mais do que simples relatos – são a memória viva de uma família e de um povo. Quando uma pessoa idosa conta as suas experiências, está a preservar uma parte da história que nenhum livro consegue captar: as emoções, os medos, as esperanças e os sonhos de quem viveu outros tempos. Sem estas histórias, perderíamos uma ligação essencial com o passado.
Pessoalmente, conheci muito do passado através das histórias contadas pela minha família. A minha avó falava-me da época do Estado Novo em Portugal, das dificuldades económicas e da falta de liberdade. Estas conversas ensinaram-me a valorizar a democracia e os direitos que hoje temos. Também aprendi sobre tradições antigas, receitas de família e costumes que já desapareceram. Graças a estas narrativas, sinto-me ligado às minhas raízes e compreendo melhor o mundo em que vivo.